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03 de Outubro de 2019
II Simpósio de Sepse do HST é sucesso novamente



A segunda edição do Simpósio de Sepse do Hospital Santa Teresa repetiu o sucesso da estreia. Realizado no Dia Mundial da Sepse, 13 de setembro, o evento reuniu profissionais de enfermagem, médicos e público geral para conhecerem mais sobre essa síndrome que atinge 670 mil brasileiros por ano.

Desde setembro de 2017 foi implantada a Colaborativa Sepse no Hospital Santa Teresa que, juntamente com os setores de Segurança do Paciente e Qualidade, revisaram métodos, fluxos e medidas para aprimorar o cuidado e o atendimento a pacientes propensos a infecção generalizada.

Em outubro de 2017 foi instaurado o Protocolo de Sepse no Pronto Atendimento 24h do Hospital. O protocolo consiste numa série de testes realizados na triagem dos pacientes que procuram o PA24h, este procedimento detecta a sepse precocemente e possibilita o tratamento adequado. Desde o início do Protocolo de Sepse, os números de mortalidade por esta condição têm despencado no HST, passou de 25% para 9% a letalidade por Sepse no Hospital, uma redução de 64%. O próximo passo anunciado no Simpósio é que o Protocolo se estenderá para as Unidades de Internação.

O Evento

Na manhã a equipe do Plantão 24h e voluntários visitaram os setores do HST distribuindo brindes para os colaboradores que acertassem as perguntas sobre Sepse, em uma ação de conscientização interna. O Simpósio aconteceu na parte da tarde.

– O Simpósio entrou para o calendário anual dos eventos, tamanha a procura e necessidade de falar sobre o tema. As vagas esgotaram em três dias! É gratificante promover para a Instituição e a sociedade um evento com uma temática tão pouco discutida, mas de extrema importância para todos – resumiu a enfermeira Andressa Amaral, supervisora do Pronto Atendimento e do Trauma do HST e organizadora do Simpósio.

Durante todo o evento, que aconteceu das 14h às 17h, o público presente, que lotou o Salão Nobre, mais uma vez contou com informações de diversos especialistas no assunto. Após a abertura do diretor Executivo do HST, Leonardo Menezes, médico infectologista que falou sobre a importância do trabalho desenvolvido na Casa na busca pelo cuidado desses pacientes desde seu ingresso no Hospital, na década de 90, até os ótimos resultados alcançados nos dias atuais.

Em seguida a Dra. Paula Tuma, Doutora em Infectologia e responsável pela Colaborativa Sepse de toda a Associação Congregação de Santa Catarina, através de vídeo conferência, apresentou o trabalho realizado na ACSC e HST pelos números alcançados com a iniciativa.

Logo após foi a vez da enfermeira assistencial do PA24h, Gabriela Abreu, demonstrar o trabalho desenvolvido na implantação do Protocolo de Sepse no HTS e a importância do enfermeiro como protagonista deste processo. A médica chefe do SCIH do Santa Teresa e professora de Doenças Infecciosas e Parasitárias da UFRJ, Denise Marangoni; e o médico nefrologista do Hospital Universitário da UERJ, Carlos Augusto; mostraram a visão do infectologista e do intensivista na abordagem precoce da Sepse.

Com a mediação da coordenadora da Qualidade do HST, Ana Paula Stutzel, uma mesa redonda de especialistas debateu juntamente com o público a Sepse, a implantação do Protocolo no Hospital, os resultados e tirou dúvidas dos presentes. A mesa contou ainda com Janaína Pires, coordenadora do SCIH; Ana Meireles, enfermeira especialista em Segurança do Paciente; Nirlando Bento, técnico de Enfermagem do PA24h; a enfermeira palestrante Gabriela Abreu; e os médicos Carlos Augusto e Denise Marangoni.

Reconhecimento

Finalizando os depoimentos emocionantes de Caetano da Silva Loureiro Lopes, paciente do HST diagnosticado com Sepse e sua mãe, Márcia da Silva Loureiro, levaram alguns presentes às lágrimas.

– Quando eu recebi a notícia, fizeram os exames e constataram o quadro de Sepse, foi um baque, um susto para mim, pois eu teria que ser internado novamente no CTI. Mas o mais impressionante é que foi tudo feito com muita calma, eu pensei: estou em um lugar em que sabem o que estão fazendo, isso foi primordial. Depois quando eu acordei no CTI e vi minha mãe, não sabia que podia. Achei de uma humanidade muito grande do Hospital, não só de deixar minha mãe entrar, ficar e dormir ao meu lado, mas de perguntarem coisas simples que fazem a diferença. O pessoal da Copa, da Limpeza, todo mundo perguntando e se importando. Eu quero agradecer, a equipe foi muito carinhosa, dedicada, sem reclamar em nenhum momento, o pessoal do plantão sempre com sorriso no rosto, dedicados, isso fez toda a diferença! O carinho, o amor e a dedicação destes profissionais fizeram toda a diferença, pois se não fosse o tratamento que eu recebi do jeito que recebi talvez eu não estivesse falando aqui hoje com vocês. Sou eternamente grato a toda equipe do Hospital Santa Teresa – finalizou o paciente que não conseguiu conter a emoção e chorou logo em seguida. Emoção repetida por diversas pessoas presentes.



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